O que leva uma pessoa a se interessar por política? Esquecendo um pouco essa satanização colérica dos nossos dias, que quer fazer pensar que ninguém presta, que a terra está arrasada e todos só pensam no proveito pessoal, o que quase sempre leva uma pessoa a se interessar por política é um desejo de influenciar o mundo, de intervir de alguma forma na direção e na construção da realidade. É um desejo de mudar ou manter uma conjuntura, de defender um pensamento, um conjunto de ideias, outro olhar, uma tese. Entenda-se “se meter com política”, não apenas buscar um cargo no parlamento ou no executivo da sua cidade, do seu estado ou do seu país. Mas atuar na escola, no condomínio, na comunidade, na empresa ou nos sindicatos, na associação profissional. É o idealismo, o romantismo, a inquietação que faz o mundo andar. É a doce rebeldia de ser contra ou a favor, de olhar o presente e pensar o futuro. É querer mexer nos destinos. Um desejo enorme de se aventurar, como diz a canção popular. É uma vaidade, uma ambição, um inconformismo, no que isso tem de mais nobre e humano. É essa centelha que parece estar sendo esquecida na macro política. É essa pedra fundamental que precisa ser permanentemente escavada, buscada lá nas profundezas, redescoberta, polida, para nos lembrar o que estamos fazendo nesse mundo. O sentido, a razão, o pontapé inicial que começou um jogo que se torna tão complexo que às vezes faz muita gente esquecer o motivo pelo qual entrou.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
ARQUEOLOGIA POLÍTICA
O que leva uma pessoa a se interessar por política? Esquecendo um pouco essa satanização colérica dos nossos dias, que quer fazer pensar que ninguém presta, que a terra está arrasada e todos só pensam no proveito pessoal, o que quase sempre leva uma pessoa a se interessar por política é um desejo de influenciar o mundo, de intervir de alguma forma na direção e na construção da realidade. É um desejo de mudar ou manter uma conjuntura, de defender um pensamento, um conjunto de ideias, outro olhar, uma tese. Entenda-se “se meter com política”, não apenas buscar um cargo no parlamento ou no executivo da sua cidade, do seu estado ou do seu país. Mas atuar na escola, no condomínio, na comunidade, na empresa ou nos sindicatos, na associação profissional. É o idealismo, o romantismo, a inquietação que faz o mundo andar. É a doce rebeldia de ser contra ou a favor, de olhar o presente e pensar o futuro. É querer mexer nos destinos. Um desejo enorme de se aventurar, como diz a canção popular. É uma vaidade, uma ambição, um inconformismo, no que isso tem de mais nobre e humano. É essa centelha que parece estar sendo esquecida na macro política. É essa pedra fundamental que precisa ser permanentemente escavada, buscada lá nas profundezas, redescoberta, polida, para nos lembrar o que estamos fazendo nesse mundo. O sentido, a razão, o pontapé inicial que começou um jogo que se torna tão complexo que às vezes faz muita gente esquecer o motivo pelo qual entrou.
O que leva uma pessoa a se interessar por política? Esquecendo um pouco essa satanização colérica dos nossos dias, que quer fazer pensar que ninguém presta, que a terra está arrasada e todos só pensam no proveito pessoal, o que quase sempre leva uma pessoa a se interessar por política é um desejo de influenciar o mundo, de intervir de alguma forma na direção e na construção da realidade. É um desejo de mudar ou manter uma conjuntura, de defender um pensamento, um conjunto de ideias, outro olhar, uma tese. Entenda-se “se meter com política”, não apenas buscar um cargo no parlamento ou no executivo da sua cidade, do seu estado ou do seu país. Mas atuar na escola, no condomínio, na comunidade, na empresa ou nos sindicatos, na associação profissional. É o idealismo, o romantismo, a inquietação que faz o mundo andar. É a doce rebeldia de ser contra ou a favor, de olhar o presente e pensar o futuro. É querer mexer nos destinos. Um desejo enorme de se aventurar, como diz a canção popular. É uma vaidade, uma ambição, um inconformismo, no que isso tem de mais nobre e humano. É essa centelha que parece estar sendo esquecida na macro política. É essa pedra fundamental que precisa ser permanentemente escavada, buscada lá nas profundezas, redescoberta, polida, para nos lembrar o que estamos fazendo nesse mundo. O sentido, a razão, o pontapé inicial que começou um jogo que se torna tão complexo que às vezes faz muita gente esquecer o motivo pelo qual entrou.
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